Atrasadão outro dia, na verdade como sempre, ônibus mega lotado, o bendito do motorista vai parando em tudo que é ponto. Nervos à flor da pele, qualquer respiração mais forte em cima de alguém pode disparar a terceira guerra mundial.
Hoje peguei o murrinha do 756 da empresa Barra, atrasado como sempre, entrei torcendo pelo menos por uma boa história.
Encontrei um amigo meu, o Gago, sentado, fez o favor de segurar a minha mochila, ainda suja de biscoito polvilho que comi na sexta feira.
Eu vinha esticando um papo, quando senti que ele queria tirar um cochilo, mas eu bravamente insisti, porque ir de ônibus, em pé, e lotado, sem falar com ninguém é dose.
Duas senhoras de aparentemente uns 40 anos de idade conversavam em pé no buso.
Pedi pra segurar suas bolsas (porque precisava de uma história bacana), logo então minhas antenas captam uma conversa interessante(pelo menos para encher esse blog de baboseiras).
Eu, atrasado como de praxe, 9:35 da manhã, chegando no meu ponto, meu buso corta pela pista do meio da Av. das Américas...
O sinal fecha em frente, bem em frente ao meu prédio. Putz, isso raramente acontece, se ele me deixar no ponto, tenho que voltar pelo menos uns 200 metros.
Dois vendedores de empada falando de um colega de de trabalho chamado "Maizena" depois de uma dia cansativo de trabalho. O mais novo tem o vulgo de Fumaça, e o outro tem o apelido sugestivo de "Mais velho".
Num ponto de ônibus na Av. Rio Branco, centro do Rio, mas precisamente às 18:50, entre vendedores de guaravita e entregadores de papel(sabe, aqueles quem vem escrito Compro Ouro, trago seu amor de volta em 3 dias? É, esses malditos mesmo), buzinas, gente que tá indo, gente que tá chegando.
Dentro do fabuloso 756 (Senador Camará x Alvorada)dois jovens de uns dezesseis anos cada, Mc´scravos, voltando pra casa depois de um exaustivo dia no McDonalds do Barrashopping.